Descrição
007ª (SÉTIMA) SESSÃO ORDINÁRIA DA LEGISLATURA (2025 - 2028) - 1º PERÍODO (01/01/2026 À 06/06/2026) DE 4 DE MARÇO DE 2026
Nome: MENÉSIA SIMIÃO LEONARDO
Cargo: PRESIDENTE
Chamada: PRESENTE
Nome: OTONIEL FIUZA DE ALENCAR JÚNIOR
Cargo: VICE-PRESIDENTE(A)
Chamada: PRESENTE
Tribuna principal: Muito obrigado, senhor presidente em exercício. Retornando à tribuna, eu quero falar sobre gestão pública de Várzea Alegre. Final de 2025, saiu uma matéria, inclusive eu acho que a mídia dá pouca publicidade a assuntos relevantes, sobre gestão pública. Vinte anos, é muito importante a gente falar nisso. E uma das notícias que saiu na mídia regional, por exemplo, jornal aqui da região centro-sul: "Várzea Alegre atinge melhor resultado fiscal da década, com destaque para investimentos e controles de gastos". Várzea Alegre alcançou o resultado, né, é, do decênio de 2014 a 2024, melhor desempenho na década do índice Firjan de gestão fiscal. Então é um instituto que faz avaliação nacional dos municípios, avaliando as gestões. A nota zero sessenta e cinco, quarenta e seis, sendo classificada como boa gestão, ocupando o município à quinquagésima segunda posição no ranking estadual, avançando também no indicador de geração de emprego e renda, reflexo de políticas públicas que estimulam a educação. Isso a Globo não mostra. Por quê? Porque é algo interessante, é algo importante. O estado do Ceará tem cento e oitenta e quatro municípios. Nos últimos dez anos, os índices de gestão fiscal pública do município, colocaram Várzea Alegre na posição de número cinquenta e dois de cento e oitenta e quatro municípios. Será se não há elementos, fatores, que credenciam a existência de uma boa gestão e a existência dessas avaliações a nível nacional, como esse exemplo? Eu falo isso, porque pra que a gente tenha como condição de fazer justiça, o cidadão, que também é eleitor, ele tem que avaliar. Só existe coisa ruim e errada? A perfeição é algo que humanamente não se atinge. Se o prefeito Flavio não tivesse vencido as eleições, sabe o que era que tinha esse ano, vereador Alan Salviano? Estrada estragada, passagem molhada precisando ser feita, etc, etc, etc. Do mesmo jeito. Eu vou me referir novamente, vereador Luiz do Conselho, que é da comunidade lá das Panelas. João Eufrásio foi prefeito oito anos, Vanderlei foi prefeito quatro anos, ambos são lideranças de oposição. Não fizeram aquele trecho. Mas foi por descompromisso ou desinteresse deles? Não. É porque é muita coisa. Fizeram, sim, em outros lugares, mas não dá pra você fazer, gente, tudo. Agora, quem está há vinte anos no poder, fez muito. Mais de cem ladeiras calçadas, mais ladeiras estão sendo, serão calçadas, inclusive uma delas, a você, devoto de São José, a capela de São José, no Zezinho Costa, está nesse momento sendo calçada. Acredito eu que dará tempo pra que nas festividades da comunidade alusiva a São José, tenha dado tempo concluir, é a expectativa, esse calçamento. É mais um trecho benefício de calçamento na comunidade. Mas nós vamos pro Candidezinho, tem o Exu, a entrada também foi concluída. Temos também no Bom Jesus e em vários outros pontos, porque o lameiro lá em frente à escola do Bom Jesus, ele não acontecerá mais, porque tá calçado. Mas por que que tá calçado? Não é porque houve um vídeo, uma fala, um papel solicitando aquilo ali. É porque houve compromisso público de continuar fazendo as pavimentações de zona rural, atendendo a demandas e resolvendo problemas. E pra que a gente consiga fazer um calçamento, em outras ocasiões, eu já falei sobre isso, e é preciso repetir e esclarecer. Eu estive com o Prefeito lá no sítio Cajazeiras, na reunião da comunidade, onde foi feito o compromisso de que o calçamento da ladeira de Chico Damásio, que vai ser feito, será realizado. Mas por que é que demora? Aí vamo lá. Pro calçamento sair é preciso primeiro, gente, a topografia. A equipe da secretaria tem que levar os aparelhos, igual a comunidade que é do Juazeirinho e transitou pelo Juazeirinho ontem, viram sendo feita a topografia, o levantamento técnico da área. Daquilo ali, é necessário passar pelos projetos técnico, quanto será de material necessário para esse trecho. Depois disso, Valdilene, quanto é o orçamento pra construir esse trecho de calçamento? Depois disso, é necessário saber a origem do dinheiro pra construir o calçamento, que muitas vezes a gestão não tem como, dentro das suas próprias finanças, fazer o calçamento. E aí recorre a quem? Aos deputados, que mandam os recursos para o município, e os que mandam não são os deputados daqueles que vão pedir o voto...E que critica tudo, e pede tudo. Não, são os deputados da base do prefeito e dos aliados do prefeito, que mandam o recurso pra assumir os compromisso e cumprir. Só que além de toda essa etapa, eu tô falando sobre o calçamento de um trecho. Mas ele demora, porque esse trecho precisa ser somado a vários outros. E aí o município, em cada um desses locais a ser feito o calçamento, se Domingos Neto disser: "Vou mandar um milhão de reais", que já mandou, foi muito mais nesses vinte anos. Um milhão de reais pra calçamento. E aí nós vamos pegar o calçamento de Chico Damás, aí a gente vai pegar o calçamento da ladeira de João Coragem, aí vai pegar um calçamento lá na, no distrito de Racho Verde, vai pegar um calçamento no Sítio Chico, quando reunir todos eles, qual é o orçamento? Pronto, deu aqui, pra com esse recurso ser construído. Mas ainda tem outra etapa, gente, é burocracia. A gente, enquanto gestor público, não pode agir por opinião e vontade, tem que seguir as leis e a burocracia administrativa, tem que fazer o processo licitatório. Depois que é feito o processo licitatório, que a empresa assina o contrato e ordem de serviço, a empresa tem que ir fazendo, gente, e um por um, os calçamentos. E aí demora. E aí, dentro de todo esse percurso, pode o mês de dezembro se tornar março. Pode o março se tornar julho, mas o que não vai deixar de acontecer, é a realização do calçamento. E a turma lá das Cajazeiras, tenha certeza, que a palavra dada pelo prefeito, testemunhada por mim, na associação, será cumprida, o calçamento será feito. Do jeito que tá sendo feito em outros tranco, outros trechos, do jeito que já foi feito em outros trechos. E pra chegar até lá, eu mando um abraço pro meu amigo Zé Costa, que não perde uma sessão, tá acompanhando. E tem calçamento lá já feito. E com isso, o município cons-- conseguirá ir resolvendo mais e mais trechos de calçamento do município. Lá no Sítio Chico, que é da minha origem, tem o calçamento da ladeira de Santo Vieira. E já faz tempo que eu comento. E vai ser feito, mas precisa de toda essa etapa. Mas às vezes a pessoa não compreende e é normal não compreender, porque por não ser de gestão pública e ter sua vida, é, voltada, né, no seu trabalho, na origem privada, na comunidade rural, não compreende. Mas o que é difícil, não é você tentar explicar tudo isso. O que é difícil é a, o mau intencionamento político de criar um fato e de levantar uma suspeita de que não vai ser feito, de torcer contra. O que eu fico mais indignado e digo, no dia que eu ainda estiver na política, que vai depender da vontade de Deus e do povo, ou que eu não estiver na política, seja quem estiver sentado na cadeira de prefeito, eu sendo aliado ou não, eu vou torcer, eu vou querer é pelo melhor pra você, cidadão varzealegrense. Eu quero é que a gestão seja positiva, eu quero é que traga resultados, eu quero que faça calçamentos, passagens molhadas, consiga recurso pra saúde. Porque quem quer estar na política pelo olhar do bem, ele quer o seu bem, não é torcer pelo seu mal. Quanto pior estiver, melhor para o aproveitamento político ou se criar um fato ou se manipular um fato ou aproveitar-se. Eu acho que a maior canalhice dum político, nesse período de chuvas, é você chegar, mostrar, tá aqui, todos os anos foi daquele jeito. Se você tá cobrando agora, resolva, consiga no seu passe de deputado recurso pra resolver aquele problema. Mas se você acessar a internet, você vai ver, como eu tava mostrando aqui a, a Lança Alviano. Farias Britto, uma foto agora de tarde, uma enchente do tamanho do mundo. Wandervel, Deda e quem vier adiante. Vai ter a mesma chuva. E se não tiver a chuva, é porque foi um, um período seco. E a gente tem que agradecer a Deus pela chuva, os reservatórios cheios, a estrada ruim é momento. Mas o que a gente tem que pensar, é que torcer a seu favor é importante, é dever de quem quer o bem de Várzea Alegre. E mais ainda, quem tem o dever de agir, é buscar, Valdilene, o recurso, é buscar, torcer pelo bem, ajudar a construir. E quando eu digo isso, falei sobre estrada, mas falo sobre o Hospital São Raimundo, a quem eu mando um abraço aos colaboradores e nunca deixarei de reconhecer o seu valor e os seus préstimos à sociedade varzealegrense e da região. Não é à toa, senhor Presidente de Exercício, é um hospital polo. Tem os-- Pra concluir, tem um cidadão varzealegrense, trabalhava no posto de Gustavo, senhora Presidente Menésia, e Luiz Gonzaga passou uma vez por Várzea Alegre, levou ele lá pro Exu, pro posto Gonzagão. Bené, grande amigo do meu pai, tem lá bode assado do Bené, seu restaurante. Sobrinho do pai de Marcelo Félix, ó aí, parente. Gente muito boa, viu? E eu fui, um dos anos que eu gosto muito lá, a origem da família Alencar, da qual eu faço parte, é em Exu. Lá, Bené dizendo: "Rapaz, meu neto, que mora no Crato, se operou no hospital de Várzea Alegre, tá com poucos dias". Eu fiquei feliz demais, Várzea Alegre resolvendo problema de saúde, morando a pessoa do Crato. Será se só tem coisa ruim, defeito e problema? Não, tem muita coisa boa e quem quer o seu bem, ajuda efetivamente para o bem do cidadão varzealegrense. Muito obrigado. Se necessário for, eu retornarei à tribuna. [...] FALA DE LIDERANÇA DE GOVERNO ---> Agradeço o vereador Alan Salviano, retornando à tribuna. Nós, como a vereadora Valdirene falou, e já foi comentado numa parte de sua fala, vereador Luiz do Conselho, sobre o Olho d'Água, outra comunidade que costumeiramente fica ilhada. Eu vou mandar um abraço à minha amiga, agente de saúde, Gláucia Brito. Gláucia, que agora há pouco, inclusive, mandou mensagem, um vídeo atravessando de moto, mas a correnteza tava baixinha, Valdirene. Não tava naquele nível que quase nos leva lá no Pé da Serra, no outro ano, o Riacho do Machado, não. Mas lá, é uma das comunidades que historicamente, historicamente, fica ilhada. Mas o derradeiro inverno é esse, porque como eu já disse, dado, tão logo as águas do Machado baixem, todo aquele material, como já é de conhecimento da comunidade, será retirado, a limpeza e desassoreamento dos matos em ambas as, é, laterais da passagem que existe lá, já foi resolvido, então o fluxo da água diminui o período de estarem ilhados, mas que será feito, e aí é um compromisso e que já está tudo amarrado, além de apalavrado, pra que o derradeiro inverno que essa celeuma tenha acontecido, foi esse. E nós vamos resolver em definitivo lá, como foi resolvido, e eu vi em redes sociais, presidente em exercício, Alan Salviano, a Ponte da Alemanha. Quantos não foram os vídeos, críticas, cobranças, sensacionalismos relacionados àquele problema. E tem uma coisa, enchente foi a que eu vi no vídeo recente lá e a ponte suportando, mas aquela ponte ainda vai-se embora, porque a ponte de Chico Piau já foi. E outras mais por aí afora, onde Vaz Alegre ficou ilhada lá atrás e outros municípios como turísticos e de grande porte econômico, apesar de serem menores, como Piranhas e Alagoas, na rota do Cangaço famosa, tá ilhado de lá pra cidade vizinha de Canindé de São Francisco. Decorrente dessas chuvas, contra o fenômeno da natureza, não há como o homem combater. Poderão ser feito intervenções, melhorias, mas o asfalto que foi feito, ele vai se desgastar. O calçamento que foi feito, a pedra vai soltar. A manilha colocada, em algum momento vai arrombar. E onde ainda não foi, deverá ser e será, na sequência de compromisso público que tem sido realizado. Então, eu lembro aqui da Ponte da Alemanha, tamanha vazão daquele rio e está lá dando suporte e interrompendo uma sequência de anos em que a comunidade da Alemanha ficou ilhada. Outro ponto que merece destaque, vereadora Valdirene, eu e vossa excelência, vossa excelência muito mais do que eu, presente no Alto Tenente. Ontem, por coincidência, eu fiz umas visitas pontuais, você sabe onde é, que eu não posso passar de umas casas já marcadas, que se não ela fica com ciúme, lá do Alto Tenente. [riso] Eu sei que não. E aí eu fazendo algumas visitas e das visitas que fiz, uma delas, muito feliz que as intervenções que foram feitas pelo município no leito do Riacho da Formiga, fizeram com que esse ano, com volume de chuva que já tem caído e banhado nossa cidade, não tenho tido mais a preocupação, né, com as enchentes. A gente fica muito feliz, parabenizo a luta de vossa excelência e da gestão municipal pra que isso possa acontecer. Outro, uma parte vereadora Valdirene Bittu. Obrigada, vereador Toniel. É, só pra dizer que vossa excelência falando e eu lembrando aqui. É, ontem e hoje eu recebi a ligação de um morador, dois moradores da Baixota, né, agradecendo, né, pedindo pra mim agradecer ao prefeito pelo que foi feito, porque aquele transtorno de tá correndo, tirando as coisas, atrepando em cima, geladeira em cima de mesa, como a, vossa excelência e eu já fizemos em outro, em outros anos aí, graças a Deus, não, até agora não tamos tendo esse problema. Então, muito obrigada, viu? Graças a Deus, é um reconhecimento à luta de vossa excelência também, do prefeito Flavinho, por essas iniciativas que resolvem, diferente de outros anos, com esses transtornos que aconteceram. Outro ponto que eu gostaria de mencionar aqui, está no, na corrida da mulher. Eu tava até conversando com o vice-prefeito Antônio Neto, muito ligado à questão esportiva e com o secretário Marcos Bezerra, que a, a angústia era se o evento não tivesse procura. Mas graças a Deus, vereador Alan Salviano, as mulheres estão buscando muito a corrida. De inicialmente, inicialmente projetaram-se trezentas vagas, num instante, num piscar de olhos, foram preenchidas. As cobranças, as mais diversas. "Ei, não tem mais vaga, não tem mais vaga". Abriram-se mais cem, em questão de minutos, encerraram e já eram quatrocentas. E o prefeito agora há pouco, anunciou a ampliação de mais cem vagas. Então serão quinhentas vagas disponíveis. Vai abrir ainda a inscrição aí pra que você possa fazer, queira participar. E a procura tá tão grande, minha mãe, que é atleta de beach tennis, tá aposentada, mas tá ativa aí nos exercícios físicos, já pelejou, já mandou mensagem, já brigou, já pediu pra eu fazer a inscrição e ainda não conseguiu. Não sei se vai conseguir fazer a inscrição, mas o bom é a alta procura. E pra que seja feita algoOrganizada, é necessário que cê faça uma limitação, uma projeção. Não dava certo, é, vamos supor, se dissesse: "são mil e quinhentas vagas", e só desse quinhentas, aí vinha a crítica, a cobrança: "e aí, ó, extruição de dinheiro público, mil vaga a mais sem necessidade, o evento foi um fiasco". Com a preparação que tem sido além das expectativas, eu não tenho dúvida do sucesso que será a corrida da mulher no dia oito, e mais ainda, a projeção futura deste e outros eventos, que com essa procura enorme, vai ter aí, um engajamento muito bom, muito bacana e uma, uma atividade esportiva que celebrará o Dia Internacional da Mulher no nosso município com quinhentas vagas. Outros dois pontos que eu gostaria de mencionar, estão relacionados à saúde. O Núcleo Azul, eu repito, se você, quem quer que seja, conhecer um profissional de fonoaudiologia ou de terapia ocupacional, nos indique, pra que a gente leve até a gestão e a secretaria tente contratar. Mas esses profissionais estão escassos. Há poucos dias eu comentei, com alegria, que o CDC Diana Collaço está iniciando uma turma de fonoaudiologia no município. Certamente, num futuro breve, próximo, a demanda por esses profissionais diminuirá. Por quê? Porque a oferta e a procura é uma lei da natureza humana. Se tem poucos profissionais, Dedé, como é que eu consigo contratar? E é uma dificuldade, que não só Várzea Alegre, mas todos os municípios, têm enfrentado. E o serviço particular, cada vez mais bombando, porque o atendimento é mais rentável para o profissional, e o profissional tem o direito de escolher como e onde quer atuar. Mas sobre o Núcleo Azul, eu vou lembrar um fato, que há poucos dias, o próprio servidor lembrou. Nós tivemos uma oportunidade aqui ano passado, vereador Lançalvento, vossa excelência lembra. O Ítalo, que é coordenador da saúde mental, veio aqui, participou da tribuna, trouxe informações, slides, dados, aberto a qualquer pergunta, crítica ou sugestão. E quem mais critica, nem sequer ficou presente pra dialogar com a presença dele aqui. Isso é um fato. Outro ponto, relacionado também aos médicos do município, que em sua grande maioria, quase totalidade, declararam apoio na campanha eleitoral, aos candidatos Flavinho e Antônio Neto. Primeiro, que declarar apoio é um ato de liberdade do eleitor, seja ele a profissão que possuir. E pra mim, enquanto cidadão, eu fico tranquilo. Eu fico consciente, que se a grande maioria dos profissionais de medicina manifestaram uma escolha política, é porque eles que são profissionais, que conhecem, que atuam, que atendem, sabem muito mais do que eu, que sou só paciente, de qual escolha política melhor seria para o município. E é por isso que a grande maioria dos médicos declararam apoio a Flavinho e Antônio Neto, não tenho dúvida, pela consciência de fazer uma escolha, de saber aonde e qual projeto poderia melhor representar o atendimento de saúde na Várzea Alegre. Em nome de todos eles, eu abraço novamente o doutor Ítalo, pela sua atitude de mostrar o contraponto, de mostrar o outro lado da moeda. A justiça, ela não pode ser feita por apenas [pausa] concluir. A justiça, ela não é feita por apenas uma versão, principalmente a versão que apenas critica. A justiça tem que dar o direito de defesa. E aí, decidir fazer conscientemente a escolha do que é justo. E pra ser justo, a gente tem que ouvir antes de criticar. Pode criticar, mas ouça antes, porque às vezes sua crítica, ela é absolutamente injusta. E ao hospital, mais uma vez, o nosso respeito. Muito obrigado. Agradecido, até mais.
Nome: ALAN SALVIANO LIMA
Cargo: 1º SECRETÁRIO(A)
Chamada: PRESENTE
Tribuna principal: Cumprindo com o tempo regimental. Obrigado, vereador presidente em exercício. Otoniel Júnior, mais uma vez aqui na tribuna, no grande expediente. É, o vereador Michael, ele já se retirou. É, deve tá acompanhando pelo rádio. [riso] Boa viagem, vereador. Ele dedicou um minuto olhando pra mim, diz que era olhando na minha cara, dizendo mais ou menos assim: "Quando nós mandávamos na mídia de Vazante, como só nós". Aí ele já se colocou como Mark Zuckerberg, o dono da rede social, porque segundo ele, 2017 pra cá, se não é a atuação dele, ninguém tinha nem conhecimento de Instagram, Facebook, YouTuber, é, TikTok, porque foi ele que libertou a Vazante. Eu acho que [riso] é mais um fake news hoje dele, somado mais um mais cedo, quando ele fa-falou, vereadora Valdirene Bittu, que a atenção secundária no hospital é, é de competência do município. Município é atenção primária. Eu poderia até fazer aqui uma leitura, aqui destacando isso de forma muito clara. Atenção secundária é Estado, aten-atenção terciária é Governo Federal, União. E aí ele vem com mais uma fake news. Então, assim, nós precisamos ter o compromisso primeiramente da boa informação, de informar. Mas eu já sei que o vereador Michael, o compromisso maior dele não é de informar o correto, e sim, é de tirar proveito das situações. É de pegar casos pontuais, que a gente sabe que existe, existe problema em todos os cantos, e ele evidenciar. Ele fala que a mídia do governo-- olha, quem mais faz mídia, o governo faz a mídia para dar transparência pública dos atos de gestão do governo. E são fatos, são realidade. Agora, a mídia, eu diria assim, que a mídia que se aproveita, é dele, pegando problemas, porque eu tenho certeza, vereador Otoniel, em duas situações, chegar para o vereador Michael e falar assim: "Vereador Michael, cê quer resolver o problema ou quer expor o problema com o celular? Cê fica satisfeito só com a resolução do problema, mas sem usar o celular?" Eu acho que ele ainda não quer, porque pra ele, o que é mais importante é expor no celular, é gravar, é jogar na mídia, porque senão, eu acho que ele não dorme bem, ele não dorme satisfeito. Aí ele diz que o governo tem a prática de chamar funcionários, servidores, comissionado, temporário, pra gravar os vídeos, me favorecendo, mandando mensagem. Olha, eu sei de tantas informações que ele manda, solicitando para votação de melhores, em destaque, mas é um incômodo tão grande com o governo, com a gestão, que eu fico assim preocupado. E ele tenta implacar uma narrativa, vereadora Valdirene, que Vaz Alegre vive amedrontada, assustada, que ninguém pode se manifestar. Ora, quem mais se manifesta é ele. E aí, a pessoa tendo paciência pra ouvir o que ele coloca de forma sensacionalista, ouvi, senão, eu sei que tem muitas pessoas que não gosta, que não aprova, que não votam. Teve um aqui que ele disse que o lugar era isolado, mas pra pedir voto, disse: "Mas é um direito de candidato pedir voto". Aí é com só os, os candidato da situação vai pedir voto, a oposição não pede voto, não. Pede votos. A gente tem que visitar, tem que ouvir e tem que tentar resolver. Ele colocou aqui, também, é, que as passagens molhadas, os calçamentos que o prefeito prometeu, o vereador Otoniel foi muito eficiente na informação. Não é ir ali no, na loja de material de construção e comprar o calçamento e instalar, existe uma série de burocracia. Agora, quando você, cidadão, chamar o Michael pra fazer essa cobertura jornalística dele, fica assim, Michael, exponha aqui a sua vontade, faça a alegria dele. Aí cê só me pergunte ele: "Michael, e aí, tem como ajudar? Cê já conseguiu algum recurso aí com o seu deputado, pra esse ajuda aqui, a gestão ou o prefeito?" Pra ver se ele, o que é que ele vai responder. Já que cê tá chamando, porque assim, ao meu ver, um chamado de Michael pra ir resolver um problema que é só pra expor, que ele não resolve, nós vamos é atrasar em média seis, oito meses. Porque se eu sou prefeito, eu deixaria oito meses. Pronto, Michael, pois vamo-- eu vou lhe dar a oportunidade pra você resolver o problema da, da população. Se você não resolver, agora é só cobrar, é só pedir, não tem, sabe, uma, uma solução viável no seu celular. É de gravar, ele grava de frente, grava de costa, grava com o pessoal. É de expor. E se não for pra jogar na rede social, não chame ele não, porque eu também sei de pessoas que ele vai visitar e pede pra pessoa gravar, alguns não querem. Aí onde ele diz que tem medo. Não, mas tem, tem que gravar e tal. Mas ele joga a narrativa sempre pra cima do governo e da gestão. É preciso que a população analise isso. Ele que critica e critica dizendo que Vaz Alegre travou em vinte anos. Imagina só, vereador Cleiton. Vereador OtonielVase Alegre, facilmente, nós podemos aqui apontar, que através do ex-prefeito Zé Hélder, nós temos aqui, em torno de novecentos empregos gerados, através de quem? De uma luta, do ex-prefeito Zé Hélder. Procure em outras cidades do porte de Várzea Alegre, empresas, indústrias implantadas. Não tem. Nós temos GVS, nós temos Avaplast, nós temos a Granpel. Vá me ajudando aí, Antônio. Nós temos a Pisca Mais, nós temos o Mundo de LED. A Granpel agora já tá ampliando, gerando mais de sessenta novos empregos, empregos esses, vereador Antônio, que Vossa Excelência não tava aqui ainda, mas foi uma luta desse vereador Alan Salviano, juntamente com o vereador Cleiton, aonde veio o projeto pra esta Casa, pra gente aprovar, o pagamento do aluguel do prédio por parte da prefeitura, para que o empresário instalasse a fábrica e garantisse oitenta por cento dos empregos para o povo de Várzea Alegre. Vossa Excelência acredita, não sei se Vossa Excelência sabe da história, foi uma luta, pra gente aprovar isso aqui e os vereadores da situação foi quem aprovou. Vereador Cleiton lembra muito bem disso e, salvo engano, foi por volta do início de 2020 ou final de 2019. Porque nós entendíamos que não dá pra fazer política, uma coisa sensível, séria, que é a geração de emprego e renda, que os nossos jovens tanto precisa. Eu volto a perguntar, por que que outras cidades não têm esses empregos, não têm essa geração? Por que é que Várzea Alegre se desenvolve tanto? É porque existe a entrada de recursos de outros ramos de atividades. Várzea Alegre não é apenas refém do FPM, do ICMS, da arrecadação tributária própria, e das emendas que vêm dos deputados ligado ao grupo de situação, e têm o compromisso, que através dos nossos gestores, vão lá, e pedem, que sempre que possível, aloque recursos, seja pra Saúde, seja pra Educação, pra Infraestrutura, coloque em Várzea Alegre. Várzea Alegre tá agora pra iniciar, se não já iniciado, uma nova escola do Governo do Estado. A EEP Doutor Iran Ze-- Doutor José Iran Costa, na primeira leva de escolas do Estado que se eleva, Várzea Alegre já estava no meio. Que Zé Hélder, muito atento, preocupado. E ali, não só gerou hoje resultados educacionais, mas gerou também, geração de emprego e renda e fortalecimento do nosso comércio. Você comerciante, empresário, Várzea Alegre se desenvolve, porque dentro da gestão de Várzea Alegre, existe gestores que estão comprometido. Agora, a narrativa que é transmitida deste microfone e dos celulares para o povo, é de tentar enganar. Vereador Marcelo, muito respeito a Vossa Excelência. Vossa Excelência na, fala-- mais cedo, colocou, como já existesse, existisse uma campanha antecipada. Eu discordo de Vossa Excelência, eu não conheço, campanha antecipada. Aliás, eu conheço, é até nome sendo lançado por parte da oposição, porque o-- a situação, a única preocupação, meu caro Marcelo, é de devolver com muito trabalho e serviço, aquilo que foi confiado no voto, na eleição, e aqui ninguém tá preocupado em fazer política antecipada. Agora, do grupo de oposição, nós já v-- estamos vendo movimentações, lançamento de nomes e candidaturas. O grupo de situação, ele é empenhado e preocupado, é de agora garantir mais uma, como eu falei mais cedo, mais um galpão pra Granpel, pra gerar emprego, pra gerar renda, que é o que o nosso povo tanto precisa. E eu queria, vereador Marcelo, mais uma vez fazer, um destaque à fala de Vossa Excelência, no pequeno expediente, aonde Vossa Excelência colocou, é, como omissão para a oposição analisar a folha de julho do ano passado e julho desse ano, acho que foi isso, com relação a cargo comissionado. Uma coisa eu já posso garantir a Vossa Excelência: não existe nomeação em cargo comissionados, se antes não tiver passado por esta Casa. Não existe, a possibilidade é zero. Não existe cargos criado, se não for por nós, aprovados. Então, o máximo que pode tá, são os mesmos de julho de 2025, com os de agora. E com relação, hã, eu outro dia fa-- fiz também esse comentário, Vossa Excelência colocou, pagamento de vigésimo terceiro salário, é louvável, é bacana, mas é muito mais, por obrigação, em atender, o limite mínimo de aplicação dos recursos do Fundeb, do que a generosidade por parte do gestor. Generosidade, nós podemos aqui classificar, o que o prefeito Flavinho e o vice Antônio Neto fizeram, ainda este ano, convocando esta Casa ainda no período regimental de recesso, para um extraordinário, aonde nós, tantos vereadores de situação, como também, é, acho que a oposição votou, com exceção, salvo engano, eu, eu não, não sei se o vereador, é, teve um que ele- [toque de celular] Tá mesmo. Eu já vou concluir. Nós aprovamos, garantindo assim, a possibilidade e o efetivo pagamento no abono pecuniário, aonde, a mil e cinquenta e doisServidores da educação, de forma igualitária, receberam recurso da ordem de três mil e trezentos, até quase três mil e quinhentos, mas o que um recebeu, o outro recebeu. Aí, isso sim, é generosidade, vereadora Valdirene, porque o mínimo de aplicação, o governo e o prefeito Flavinho já tinha feito perante a lei, mas de forma, é, reconhecedora, de forma responsável também, e por valorizar os nossos servidores e com o saldo que ele, de forma eficiente, garantiu, porque aqui a gente escuta, muitas vezes, a tentativa de emplacar para as pessoas os gastos absurdos e descontrolados. E se existisse, ele não teria, ao final do, do ano, quase nove milhões de recurso do Fundeb. E só tem, porque fez o gasto com, com muita responsabilidade financeira. Senhor Presidente em exercício, são mais ou menos essas palavras que eu queria colocar, e dizer mais uma vez, que eu não lembro quando eu participei, e, do grupo que mandava na mídia. Eu lembro que eu, em 2017, criei a TV Câmara, criamos a Rádio Câmara, criamos também o acesso maior da população, o acompanhamento das sessões, isso sempre para favorecer o Poder Legislativo e o alto alcance de tudo que acontece aqui para o povo. Se fôssemos contrário a isso, eu não teria ampliado o contrato com a rádio, não estaríamos trabalhando pra implantar uma rádio própria, não teríamos TV Câmara, não teríamos Rádio Câmara. E eu faço parte do governo com muita felicidade, desde o ano de 1996, vereador Otoniel, e agora, este ano, eu vou estar completando, salvo aqui erros nas contas, porque o vereador Cleiton sei que é bom de conta, trinta anos de filiação partidária ao MDB, com muito orgulho, com muita honra e com muita satisfação, e com aquele sentimento que o nosso grupo tem feito de tudo para entregar ao povo de Vazante uma das melhores gestões, com responsabilidade, respeito e resultado ao povo. Os outros tentam emplacar suas narrativas sensacionalistas, e são, sim, narrativas sensacionalistas, sempre atacando. Principalmente, me dói muito, quando eu vejo um ataque ao Hospital São Raimundo Nonato e os profissionais. Isso me dói, porque não cabe politicagem, não dá pra atirar na gestão, atingir a gestão através do hospital. Obrigado, senhor Presidente. [...] TEMPO DE LIDERANÇA ----> Obrigado, vereador presidente em exercício Otoniel. Bom, vereador, quero já na liderança do MDB, dar continuidade ao discurso de vossa excelência por último, porque soa aqui muito bem e de forma muito clara, o inconformismo, o inconformismo do vereador Michael, porque os médicos profissionais independentes, porque os médicos profissionais eles trabalham em Várzea Alegre, muitos deles, por amor, por gostar dessa terra, porque uma coisa vereador Dedé, emprego não falta não. Porque decidiram apoiar o governo na gestão, a gente percebe ainda o inconformismo do vereador Michael, achando ruim e é como se-- é por isso que eu vou falar, é por isso que eu vou criticar. Eu acho que não é bem por aí, não. Mas eu volto ainda aqui no, neste tempo de liderança, de forma justa, eu recebi a informação, vereador Cleiton, vereadora Valdilene, que na manhã de hoje, quarta-feira, hoje dia 4 de março, a equipe de inclusão do município de Iguatu esteve visitando o município de Várzea Alegre, realizando um impor-um importante intercâmbio com a Secretaria de Educação e o núcleo de, da equipe multidisciplinar, com o objetivo de conhecer de perto, vereador Otoniel, o funcionamento dos serviços e compreender, e compreender como é desenvolvido no dia a dia a política da educação, inclusive em nossa rede municipal. Ou seja, é referência Várzea Alegre. A visita teve como proposta observar práticas, dialogar com os profissionais e fortalecer a troca de experiências, reconhecer o trabalho realizado como referência e modelo para outras realidades, para outros municípios. Lá de Iguatu, vereador Cleiton, não era pra cá. Ou seja, do jeito que vem alguns aqui pra Câmara de Várzea Alegre conhecer esse trabalho de excelência desse Poder Legislativo, também vamos pra Educação, vamos lá pro Meio Ambiente, a Secretaria de Meio Ambiente , pro esporte. Eu já falei várias vezes, vou repetir. Se alguém vai passando aqui no carro e ele sintoniza a Rádio Cultura na hora da sessão da Câmara e pega, tem o desprazer de pegar, mesmo a hora que Michael tiver aqui na tribuna falando, quando ele sair do limite de Várzea Alegre, que a rádio não pegar, ele vai dizer que a cidade tá acabada, porque absolutamente nada, segundo o pensamento, a fala do vereador Michael, em Várzea Alegre presta ou funciona. Tá prestando atenção? Parece que, eu sei, eu reconheço que nós temos problema na saúde. Mas qual município não tem? É um problema do Brasil. Mas parece que aí afora tá tudo 100% e nós tamo 1%. Com a paz, vereador Otoniel. Agradeço a paz de Vossa Excelência. E por coincidência, hoje de manhã, no centro da cidade, um cidadão me parou fazendo exatamente essa observação. Dizendo: "Será se nada presta?" E ele fez um paralelo relacionado à questão do transporte de saúde, de ambulâncias e do atendimento em Fortaleza. Ele dizendo que ele fez o uso por cinco anos desse serviço. Não tem o que questionar. Agradece. Lembra até o nome da pessoa que é da casa de apoio lá em Fortaleza, o motorista, o atendimento, a educação, acolhimento. Será se nenhuma ocorrência é atendida, se nenhum cidadão tem um atendimento, é, é, a contente e conforme merece ter? Só tem o ruim? Tem. É, é, a reflexão de Vossa Excelência foi muito pertinente. Tomara a Deus que quem esteja passando e sintonizado na Rádio Cultura, não, não tenha o desprazer de pegar só a hora da negatividade. Muito obrigado. Eu que agradeço pela participação. Veja bem, ele também tem um costume, que ele acha que é pra atacar. Diz que aqui o pessoal quer barrar, o governo quer barrar, quer calar. Tem algumas, alguns comentários que eu vou até ler. Vou até dar a voz aqui, já que foi na rede social, é público, não vou citar o nome, mas veja bem, já vou dar a parte do vereador Cleiton. Isso numa postagem do vereador Michael. Olha lá: "Parece que só é visto aquilo que não fazemos. Nos últimos dias atendemos por dia mais de duzentas pessoas, todas saindo medicadas e com o máximo que podemos oferecer. A lavagem de ouvidos seria um procedimento de UBS, que não compete ao nosso serviço, a não ser para uma emergência. Mas como na maioria das vezes não ouvir os dois lados acaba sendo uma injustiça, eu, como profissional que trabalho na unidade", aqui é o hospital, "na unidade em questão, já muitos ouvidos, já vi muitos ouvidos serem lavados lá e nunca fomos agradecidos por nada". Aquela velha história. Deu certo em noventa e nove, aí deu problema em um, aí já vem o problema. Aí vem aqui pra tribuna, vai para o vídeozinho sensacionalista. Outra aqui: "Todo dia tem três condutores de plantão, sem contar que os que estão de folga, sempre que são convocados, estão prontos e preparados pra viajar". Isso aqui é com relação às ambulâncias, entendeu? Aí outro colocou: "Ultimamente o vereador disse que está dando falas às pessoas, mas deveria ter responsabilidade de investigar se procede, mas não faz, porque não é, não é a verdade, porque isso não lhe traz conforto e visualizações". É outroBoa noite! É uma inverdade dizer que as ambulâncias não servem aos munícipes, pois todos os dias várias demandas e emergências são, sim, atendidas e por profissionais qualificados para o serviço. E outra inverdade é falar que as ambulâncias deixou de prestar serviço à população por falta de combustível e pneus furados. Em quantidade de profissionais são insuficientes. Boa noite, outra aqui. Eu, eu estou há vinte anos na ambulância e pelo menos no meu plantão, nunca aconteceu comigo. Se isso aconteceu com algum colega, eu desconheço. Fico aqui à disposição e aguardo pra quem que comigo tiver acontecido, venha me lembrar. Afinal, são vinte anos servindo à população. Isso aqui já é a população se manifestando contra, com relação às ambulâncias. Isso, nas redes sociais. Agora, eu não tô aqui dizendo que é mentira, não, o que ele falou, não, porque Dedé, você já atendeu muitas pessoas na vida, eu sei disso. Empresário, cidadão de bem, pai de família, um grande prestador de serviço à população vazoalegrense. E faz de tudo para atender o povo. Mas, Vossa Excelência sabe que tem as limitações e vai ter algum momento que não vai atender alguém. Pois é, exa-exatamente nesse algum momento, que não deu certo a gestão, que é construída a narrativa e passado no TikTok, no Instagram, no Facebook, no Twitter, aonde tem a rede social, aqui na Câmara, o caos de Vaz Alegre. Nós precisamos é de unir forças. Se quem quer o bem de Vaz Alegre, quer resolver, nós precisamos é unir forças, vereador Dedé, para ajustar, para resolver. Há pouco eu vi aqui, uma rua que não tá calçada e já tá lá a crítica, dizendo que a gestão não tem respeito pelas pessoas. Eu digo e repito: se tem, tem muitas coisas que a gestão do prefeito Zé Alton fez em Vaz Alegre, são inúmeras conquistas e o prefeito Flavinho vai no mesmo caminho, fazendo a mesma coisa. Mas eu consigo destacar, sem nenhuma sombra de dúvida e de cometer um erro, que o que mais o governo fez, foi calçamento. E Vaz Alegre tá sempre em expansão e crescendo. Foi calçamento. É verdade que alguns ainda não chegou, mas vai chegar mais cedo ou mais tarde. Mas meu querido amigo Cleiton, tá aí a par. É, vereador, já saiu do assunto, mas o assunto de, de Vaz Alegre é o, é o mesmo. Eu queria dizer que Vaz Alegre, graças a Deus, tem uma grande administração, né? Nós tem um prefeito muito bom, tem secretário, tem-- a administração nossa é muito boa. Dizer assim, porque a gente viajou agora, foi, passou por várias cidades, toda cidade, Dedé, a gente via problema nas cidade, né? A gente até lembrava do vereador Michael. "Ô, rapaz, Michael, tem essa aqui, né? Rua, tem uma rua lá que nós passava de noite com nós, apagada. Poço d'água, do tamanho de mundo. Buraco, nós ia, outro, lixo." Dentro da cidade de Fortaleza mesmo, né? Nós andamo lá, o lixão no, nas calçada. Tá ligado? Pra se fosse em Vaz Alegre, a reclamação era grande, né? Mas graças a Deus, nós temos um prefeito, né, e uns secretário que trabalha competitivamente todo dia, né? Pra não acontecer isso na nossa cidade. Não é resolver tudo, que a gente sabe que nossa cidade não tem como resolver todos os problemas, todo dia, né? E aparece, ho-hoje você faz uma coisa, mas, mas tem outra, amanhã é o mesmo, tá o mesmo problema, né? Mas nós, graças a Deus, [telefone tocando] o nosso prefeito Flavinho e o nosso vice Antônio Neto, aí, e o, e os secretário, né? E os vereadores também, né? Que todo dia tá correndo e, e arrumando demanda pro prefeito resolver e, e isso é onde a cidade tem capacidade de cada dia melhorar mais. Muito obrigado, senhor vereador. Eu que agradeço, vereador Cleiton. Eu não quero mais, é, extrapolar da, da paciência do presidente em exercício, mas eu vou relembrar uma fala de Vossa Excelência, aqui nesta tribuna. É o fantástico mundo de Bob. Tem pessoas que vivem no fantástico mundo de Bob mesmo, realmente, isso é, não tem, não, não é normal, não. A pessoa em tudo querer tirar seu proveito. E é preciso que a população se ligue. Chamou? Chama o vereador. Peça pra ele fazer a matéria dele. Mas quando ele terminar, pergunta assim: "E aí, vereador, cê já conseguiu algum recurso lá com aqueles deputado que você tanto luta e trabalha, pede voto, pra também resolver os problemas do município?" E espere a resposta dele. Esperar, porque só pra cobrar e pedir é bom demais, homem. Agora, responsabilidade nenhuma de tentar ajudar, não ser criticar, manhã, tarde e noite, e ainda querer forçar. Ainda quer ter prestígio. Tem não, prestígio tem não. Obrigado, senhor Presidente.
Nome: JOSÉ MARTINS GOMES
Cargo: 2º SECRETÁRIO(A)
Chamada: PRESENTE
Nome: CIETE BEZERRA ALVES
Cargo: VEREADOR(A)
Chamada: PRESENTE
Nome: FRANCISCO DE ARAÚJO COSTA
Cargo: VEREADOR(A)
Chamada: PRESENTE
Tribuna principal: Boa tarde. Boa tarde a todos, senhores vereadores, vereadoras. Quero aqui parabenizar a doutora Carízia, né? Que teve aqui, palestrando aqui, né? Sobre o Dia da Mulher. Dia da Mulher é, é 8 de março, né? Aí eu acho que o Dia da Mulher é todo dia, viu? Mulher-- é o dia especial, né, da mulher, no dia oito, mas a mulher, todo dia é dia da mulher, que a mulher, a gente vem da mulher, né? Graças a Deus, a gente sabe, ouvi aqui a, a, a fala do Joaquim Gabriel, né? Muito boa a fala dele. E eu quero parabenizar todas as mulheres de Vaz Alegre, parabenizar a minha mãe, né? Todas as mulheres de Vaz Alegre. Mulher é uma, uma pedra preciosa, né? Que a gente tem que cuidar muito bem. Quero aqui, senhora Presidente, fiz um requerimento, né, é, solicitar o secretário é, de obras, né, nosso amigo Elaine, né? É o seguinte. Ó, é o seguinte aqui, calçamento, né? Como foi falado aqui, a vereadora falou, eu já tenho uns requerimentos aí feito, né, já falei com o prefeito Flavinho, os calçamento ali de frente às casa, né? Do Capão, onde tá dando problema ali, é um lugar, Luiz, quando chove muito, não tem como tirar as água, né? Não tem pra onde tirar as água. Aí finda cavando, né, os carro atolando, mas a gente uns, já fo-- já medimo, já deixemo tudo bonitinho aí. Se Deus quiser, agora vamo conseguir os calçamento, ali pra frente da, aquela, as casa do Capão, ali, as casa da Charneca, no Capão, aquele trecho ali perto, entre a, a casa de meu pai e a casa de Zé Raimundo. Ali também no, onde era o, do campo, né? O antigo campo, até a casa de nosso amigo Carlinho, a entrada dele lá. É um lugares que a gente tem ali, dando segmento também o calçamento embaixo nos USA, ali perto dos USA, onde a gente tem problema também, é porque é muita chuva, Luiz, lá em nós, é muita chuva. Até, é, até o prefeito sabe, eu converse-- a semana passada eu conversei com ele, ele ia mandar as máquina pra consertar, fazer um reparo nas estrada, mas como choveu muito, não tem como botar as máquina, faz cada vez, é, mais lama, Luiz. Aí eu pedi a ele pra deixar passar o chuveiro. Hoje mesmo, o ônibus atolou lá, mas rapidinho ele mandou a rete, foi consertar, tinha um, um paciente com, na ambulância atrás, falei com ele, ele já mandou outra ambulância, né, pra transferir o paciente duma ambulância pra outra, que o ônibus tava tomando a estrada. Mas amanhã vai consertar ali aquele, o que der pra consertar por ali, por o Capão, onde é os trecho mais ruim, mas com certeza, quando estiar um pouquinho aí, a gente vai consertar, fazer um paliativo aí nessas estrada, né, do Capão, Riachas Grande, Charneca, Unha de Gato. A gente vê que todo mundo reclama, né, das estrada, mas se a gente botar hoje uma máquina ali, uma caçamba pesada, talvez vá ficar pior, entendeu? Você botar uma piçarra, piçarra lá em nós só tem em um local lá, lá em nosso amigo Nelsinho, mas ele já liberou lá a piçarra. Abraçar nosso amigo Nelsinho, né? Lá Marcos. Abraçar a todos aí do sítio Charneca. Até tem-- abraçar também aqui o nosso amigo Paulo, né? Abraçar aqui nosso amigo Roberto e sua esposa, né? Nosso amigo Clepo, Natália, Ofélia. Nosso amigo João Hilton, dizer ao João Hilton que eu não esqueci do calçamento dele também, vou correr atrás aqui. Nosso amigo Artur, Gatin, Tatin. Quero abraçar a todos lá da Confec também, que tão nos assistindo. Nosso amigo Taiane, João, Rodrigo, Fábio, Carlos, Everaldo, todos aqueles que tão nos assistindo. Quero aqui abraçar, um abraço especialmente ao nosso amigo Ricardo, né? Meu enteado, com certeza tá nos assistindo aí também. Ricardo é um menino muito inteligente, né? Ele sempre tá me apoiando aí em alguns projeto, em algumas demanda, né? Um abraço aí, cara, a Neida, Regiane. Quero aqui des-desligar aqui a minha demanda, né? Deixa eu ver aqui. Quero aqui também, nosso amigo Mateus, né? Mateus. Mateus, eu acho que ele tá recebendo muita demanda, viu, de luminárias. Essa época, as luminária queima muito, muito mesmo, né? Quando as queda de energia, as energia fraca que né, lá em nós, geralmente, tem quase todo canto, né? As deman-- a, a, luminária queima muito. Nosso amigo Mateus, um menino trabalhador, esforçado, mas não tem como dar de conta de tudo mesmo, né? Porque hoje, desde ele foi pro Capão, a semana atrasada, mas já tem outro bocado queimadaMas vou repassar pra qualquer dia a gente consertar essa luminária. É, no Sítio Bebedor também, próximo à casa do nosso amigo Taco, né? Uma luminária, consertar uma luminária. Aqui no Sítio Taquari, próximo à casa do nosso amigo Beto Moura, né? Nosso Beto Moura com certeza tá nos assistindo. Aqui na sede tem uma, na Rua Francis- Francisco Corrêa Lima, né? Próximo ao número s-- quinhentos e noventa e um, bairro Zezinho Costa. E outra na Rua Dona Mundinha, né? Mundinha Costa, lá em, número cento e dezoito, bairro Juremal. Aqui no Sítio Charneca, uma próximo à casa de Dedé, uma próximo à casa de João e outra próximo à casa de Luizinha. Uma, a, de Vanusia também tá queimada, né, próximo à casa d-de Caxóba, lá em Vanusia. Uma lá em Adi também que tá queimada. Como aqui também tem um cons-- é, eu já pedi pra mandar pra Enel aqui esse, é um poste, né, pra, é na rua, Rua Antônio Alves Costa. É próximo ao número seiscentos e sessenta, né? Aqui no Zezinho Costa, esse poste, eu não, não anotei tudo direitinho aqui não, mas semana que vem que eu vou fazer o requerimento, vou anotar tudo direitinho. Nosso amigo Luiz, né, diz que esse poste tá, Luiz é, tá lá na vacaria nos assistindo, com certeza. Ele disse que esse poste tá com problema, tá rachado, tá derreado e os fio tá, os carro tão batendo nos fio de tanto o poste derriou, né? E ele, os carro tão batendo no, nos fio. Mas eu já mandei fazer o requerimento aqui pra mandar pra Enel. Com certeza, a gente, esse, eles vão consertar esse problema nesse poste. Também aqui tem luminária, né, lá no Sítio Unha de Gato, né? Conserto de luminária próximo à casa de Antônio de Seu, Antônio Gonça-- se salva, Antônio de Mun-- Seu Mundinho, né? E uma próximo à casa de Wenda, né? Tá queimada também. E outra próximo à casa de Claisto, lá no Sítio Unha de Gato. Aqui na sede, é, no Riacho Verde, né? É Rua Vicente Máximo, casa de Zé Cosmo, né? Nosso amigo Zé Cosmo, pediu o conserto dessa luminária, acho que eu ma-- eu já mandei lá pra secretaria, mas eu mesmo fiz o, aqui o requerimento. E falar um pouco aí sobre as estrada de sinais, né, as estrada de sinais, é muito problema nessas estrada, mas a gente vai, com um pouco de paciência, a gente vai consertar essas estrada, porque não é fácil, né, ter um chuveiro lá em nós, graças a Deus já choveu muito. Quase todo o município de Várzea Alegre é muita chuva, né, nosso açude do Olho d'Água tá sangrando já, graças a Deus. E é muita chuva. Esse ano, graças a Deus, até o mês de fevereiro foi um ano, um mês bom de chuva. Esse ano, de dezembro pra cá, já choveu muito, graças a Deus. Isso mostra que nós vamos ter uma safra muito boa, se Deus quiser. Vai melhorar pra os criadores de gado, né, o rebanho. Tem, pra quem cria, no geral, tudo, um inverno bom é melhor, né? Até você que cria galinha, tendo um inverno bom, Luiz, tem o, o milho, né, mais barato, o porco tem o milho mais barato. E a gente vai ver muitos criadores, né, voltando a criar aí o gado, com certeza, já tão, muita gente já tá voltando a criar, que tinha acabado. E nossa cidade de Várzea Alegre era conhecida pela, pelo comércio do gado, o gado, o comércio do, muito grande aqui o comércio do gado e geralmente tinha acabado o comércio, né? Mas a gente vê que o comércio do gado aí tá voltando aos pouco. O inverno agora, que nem o inverno muito bom, vai melhorar muito mais. Quero aqui também dizer ao nosso amigo João Eudes, né, meu tempo tá acabando. Lá eu fiz também o requerimento da Vila Mandú, né, o calçamento, é, vários calçamento, a passagem molhada lá, acho que foi o vereador Michel que falou aqui, né, lá no Sítio São Cosmo, né? Eu falei com o prefeito, né, pra gente consertar. Eu acho que aquelas passagem molhada ali só resolve mesmo se for com as, umas pontezinha pequena, tanto a do São Cosmo e do Mari, né, duas passagens molhadas e geralmente dá problema, né? É muita alga o Riacho do Machado e com certeza ali tenha que ser, a do, a do Mari é um riacho que pega lá da, de nós lá, passa ali no Mari, é muita alga e com certeza tenha que ser umas pequena ponte, né, pra gente, pra poder despachar aquela alga, né? É, já que não tem Presidente, ó, rapaz, o Presidente chegou aí. Mas o mais, o mais é só agradecer a todos, né? E se Deus quiser, quarta-feira nós tamo aqui de volta. E agradecer a todos que tão nos ouvindo aí no, pelos meio de comunicação e desejar um feliz Dia das Mulheres, né, a todas mulheres varzealegrense, a todas mulheres do mundo, né? Dizer que a mulher é um bem precioso, né? Muito obrigado, senhor Presidente, pelo tempo concedido.
Nome: FRUTUOSO DE OLIVEIRA SOUSA
Cargo: VEREADOR(A)
Chamada: PRESENTE
Nome: JOAQUIM GABRIEL BEZERRA FRUTUOSO
Cargo: VEREADOR(A)
Chamada: PRESENTE
Nome: LUIZ FRANCISCO DE SOUSA
Cargo: VEREADOR(A)
Chamada: PRESENTE
Tribuna principal: Senhor Presidente, boa tarde. Senhor Presidente, vou também aqui, mais uma vez falar sobre a questão das estradas, certo? E eu concordo com o Marcelo Fletcho, se nós, se nós vermos aqui, o vereador Frutuoso veio à tribuna, falou do bicudo das estradas. O vereador Cleiton falou no trecho aqui da Unha de Gato. Marcelo falou dos problemas do Naraniu, ou seja, nessa época realmente, você for lá, Vazante toda tem problema, certo? E a nossa luta é exatamente pra quê? Pra que a cada ano a gente vá melhorando. Passagem molhada, calçamentos, que é o que de fato resolve, né. E eu sempre dei aqui quatro sugestões que eu acho que a gente pode melhorar para o próximo ano. São sugestões, né. Primeiro, os paliativos, muitos paliativos, né, digamos ali, colocar umas manilhas, fazer um pequeno aterro, consertar uma passagem molhada, muitos paliativos não foram resolvidos na época seca. Eu tive, por exemplo, ali no corredor que liga a lagoa das panelas às panelas, meu amigo, foi luta, luta, luta, pra gente colocar seis manilhas. Desde de certo tempo que a gente fazia essa luta. Mais vinte dias, talvez, a gente não tivesse conseguido, né? Por quê? Porque veio as chuvas. Então é importante que na época seca aproveite, pra fazer esses paliativos, às vezes, calçamento tá com problema, é importante. Segundo, vereador Marcelo, é muito importante, vereador Marcelo, a questão do piçarramento. Então nós tivemos muitos locais, né, onde tinha piçarra disponível e foi colocado outro material, porque a piçarra é mais resistente, ela sustenta mais, ela dura mais tempo. Então é outra solução. Certo? E se antes Deus quiser, colocar mais equipes, porque nós, vou te dizer, nós tivemos as estradas praticamente concluídas em dezembro. Então é uma avaliação que tem que ser feita em dezembro, Marcelo, tinha estrada sendo feita, não é possível, né. Então que essas estradas terminem num tempo mais hábil. Outra questão, que é importante, e talvez estudar. Hoje, o maior problema nosso, que eu mais me preocupo, eu digo isso, vereador Marcelo, desde a nucleação das escolas. É a questão de crianças pequenas dentro daqueles carro, dentro daqueles ônibus, saem de madrugada, as estradas ruins. É um perigo. Aqueles motoristas, rapaz, eu fico pensando, né, a responsabilidade deles. Esses dia, ligado do sítio Panelas, disse assim: "Luiz, talvez hoje não dê pra ir o carro". Eu digo, pois se não der, é melhor ficar mesmo. E o motorista, se ele não vier, ele tem razão. Lá é um menino, assim, muito compromissado, um cara muito bom, direito, né. Se ele disser que não dá, é porque não dá. Porque muitas vezes, Marcelo, o que eu mais falo é sobre essa questão de-de-desse pessoal, né, a-as irregularidade das estradas, criancinha nova. Cê vê no sítio Panelas agora, às vezes sai às cinco da manhã, porque é aquilo que eu falei, só tá uma rota escolar, o ônibus tem que vir, fazer essa rota pelo, via roçada de dentro, voltar pra cidade e fazer outra, via Chico, até a lagoa das panelas. Fica complicado, porque nesse momento o corredor não dá acesso. Então, eu acho que essas questões é importante, né, pra que, pra que possa melhorar. Esses, esses dia eu tive lá no Olho d'Água, lá na comunidade do Candezinho, no Olho d'Água. Lá tem uma promessa lá de uma passagem molhada feita o ano passado. A máquina ainda foi lá, fizeram escavações, mas, né, precisa. E como assim, são muitas demandas, né. Eu dou a parte ao vereador Marcelo Fletcho. Obrigado, obrigado, vereador Luiz, pela parte. É, em relação às estradas, o Naraniu esse ano foi contemplado por ser o último distrito que foi const-- foi reformada as estradas. Terminou, realmente, terminaram muito serviço lá em dezembro. É, e teve pouco proveito porque o inverno chegou em janeiro, graças a Deus, e já tem alguns trechos que precisam ser melhorado. Em relação a-aos transporte, é, por exemplo, essa semana teve um dia de aula no São Gaudêncio que os transportes não foram por conta das estradas. Nem as passagens molhada dava conta da água, do ônibus passar porque a água era muita e também alguns trechos que, como eu-eu citei aí, a ponte de Abdias que tá já precisando de ser feito uma-uma tapagem lá numa cratera. Em relação ao Olho d'Água, existe uma licitação já aprovada, eu acho que o recurso já es-- já tem no município, precisa ser feita a passa-- precisa ser feita essa ponte lá, né, uma, uma ponte. [interferência microfone] Precisa ser feito realmente essa ponte, eu vi algumas pessoas da comunidade lá reclamando e acredito que não, segundo não fizeram, porque não dava tempo de fazer por conta do período do inverno. MasÉ, é uma, uma, um local que tem que ser feito, porque há muitos e muitos tempo, é, tem esse problema lá, que todo ano as pessoas ficam ilhado lá na, na região. Vereador Marcelo, obrigado pela parte. Vereador Antoniel. Agradeço a oportunidade e reforçando a demanda do Olho d'Água e também algumas informações já antecipadas pelo vereador Marcelo Fletcho. Eu estive com o então, ainda pré-candidato Flavinho e pré-candidato Antônio Neto, na comunidade de Olho d'Água. Nós reunimos a comunidade lá e foi feito o compromisso que se tivéssemos uma oportunidade de seguir, eu na Câmara e eles na prefeitura, nós teríamos, em 2025, a obra resolvida. Devido à burocracia que eu falei agora há pouco sobre calçamentos, licitação, etc, a licitação e contratação da obra foi realizada em dezembro. No início de dezembro, nós voltamos na comunidade, inclusive com a presença do secretário de obras. Na ocasião, foram mostrados todas as plantas do projeto, de como a ponte vai ficar e também que o recurso está garantido. E foi decidido com a comunidade, até por uma questão lógica, que no momento não há como ser feito. Por quê? O material que existe lá, que é muito mais uma barragem do que uma passagem molhada, ele será todo retirado e será feito uma ponte com mais altura e que garantirá o acesso. Mas pra ser construída a ponte, é necessário um desvio, o riacho do Machado, a gente sabe qual é, como é. E aí, em razão disso, assim que concluir o período chuvoso, a obra, que já está contratada, acontecerá. Muito obrigado. [som de campainha] Obrigado, vereador Antoniel. Então vamos aguardar e esperar que realmente, ali, porque ali realmente é um trecho muito, que preza muito, como vários, vários, vários, né, em Várzea Alegre. Lá na localidade da, da Lagoa das Panelas, né, eu vou, eu vou citar isso na próxima quarta-feira, vou fazer um relato total do que a gente conseguiu ali, já por conta própria, com ajuda de prefeito, com ajuda do deputado. Quarta-feira eu vou falar sobre isso. Mais uma das nossas luta naquele trecho ali, Marcelo, entre a Lagoa e as Panelas, fizemos duas passagens molhadas. Uma delas gastou mais de duzentas sacas de cimento. E a comunidade dali, a associação junta ali, todo mundo, todo mundo ajudou, sabe, se doando. Mas nós temos outra ainda a fazer, que realmente uma, uma das promessa, né, do gestor atual. Lá na quarta-feira eu vou fazer uma explanação geral sobre essa questão ali daquela nossa região. Eu queria também aproveitar esse tempo, senhor Presidente, pra fazer um convite muito especial, né? Vamos começar lá no ba-- no nosso bairro, a festa de São José, né, São José, padroeiro do bairrozinho Costa, que agora realmente a ladeira tá sendo calçada, graças a Deus, né? Será de nove a dezenove. Nove a dezenove, certo? No dia nove, a procissão, a procissão inicial, né, ela vai iniciar ali na Rua das Lavadeiras, no início ali da Lavadeiras, até a capela, certo? A procissão inicial, no dia nove. E dez a dezoito, será os novenários, né, dez a dezoito, os novenários. Em alguns dos dias teremos missas, né, santa missa, né? E no dia dezenove, no dia dezenove, é a santa missa, às dezenove horas, mas antes, né, teremos a procissão saindo de frente à Igreja Matriz. Então, dia dezenove, a procissão sai de frente à Igreja Matriz, por volta aí de dezessete e trinta, dezoito horas, e às dezenove horas, a santa missa de encerramento. Durante o período, né, já temos promocionais, teremos quermesse, todos os dias quermesse. Teremos o envelope premiado, né? Te-- o envelope premiado, como também teremos a rifa de um garrote. Então, tem várias formas aí de você ajudar, de você colaborar com a festa de São José, ano 2026. Aqui fica um convite todo especial à toda comunidade varzealegrense. E senhor Presidente, por último, né, também, levar aqui uma palavra de carinho a todas as mulheres brasileiras, todas as mulheres do mundo. Nós passamos um momento no país, vereador Marcelo, de muita angústia, eu diria. O número de feminicídio, Valdilene, que tá acontecendo no nosso país, estarrecedor. As estatísticas só aumenta a cada dia, né? E a gente não consegue compreender, né, porque essa violência toda com as mulheres que tanto lutam, que tanto trabalham, o suor do dia a dia. Então, a todas as mulheres brasileiras, né, o nosso carinho. Lembrar que a associação lá do Sítio Altos e Panelas e Vizinhança, que domingo estaremos lá, comemorando também, fazendo o dia da, das mulheres, levando brinde, né, levando uma palavra de carinho pra aquele pessoal. Então fica o convite a todos, né, lá daquela associação comunitária também, que eu admiro e que na quarta-feira civil vai ter um relato de todas as conquistas já feito por aquela associação. Muito obrigado, senhor Presidente, Deus abençoe a todos.
Nome: MAIKO DE MORAIS COSTA
Cargo: VEREADOR(A)
Chamada: PRESENTE
Nome: MARCELO FLEDSON GUERRA VIEIRA
Cargo: VEREADOR(A)
Chamada: PRESENTE
Nome: MICHEL MARTINS DOS SANTOS
Cargo: VEREADOR(A)
Chamada: PRESENTE
Tribuna principal: Mais uma vez, boa tarde a todos. Quero aqui iniciar já a minha fala dando voz ao povo, porque melhor do que o vereador falar aquilo que vem à sua cabeça de acordo com a conveniência e com o momento que tá vivendo, é melhor dar voz ao povo. Porque a voz ao povo é retratar aquilo que o povo sente no dia a dia, sem fazer parte de governo de oposição, sem ter um bom salário ou mau salário, sem ter regalias na saúde, educação e tantas outras áreas. Dar voz ao povo é entender o retrato de uma sociedade. E eu inicio aqui com essa mensagem: "Michael, quando meu pai tinha oitenta e dois anos, foi solicitado uma consulta com otorrino, pois ele fazia tratamento de câncer na época e tinha dificuldade de audição, o que prejudicava a comunicação com os profissionais da saúde. Ele faleceu aos noventa e dois anos, dez anos depois da solicitação. E nesse período não saiu sequer a consulta com otorrino. Imagina um aparelho auditivo." Já era na era do povo que governa vaso Alegre, viu? Quero aqui dar voz a mais uma pessoa: "Michael, falo com sinceridade, até mesmo com medo, mas sei que você dá voz a todos, sem olhar para a política. Perdemos um familiar que esteve três vezes no hospital e foi liberado. O diagnóstico não foi feito a tempo e infelizmente ele faleceu de infarto. A dor é muito grande. Nos resta pedir a Deus conforto para o nosso coração e esperar que isso não se repita com outras famílias." No lugar da gente achar que ninguém pode errar, a gente precisa melhorar os protocolos na saúde, desde a atenção primária, à atenção secundária. Recentemente, o Fantástico deixou claro pra todo o Brasil que, infelizmente, tem muitos profissionais que estão passando pelo processo formativo, mas não estão absorvendo o conhecimento. E em muita das vezes estão aprendendo, sabe o quê? Na prática, tentando acertar. Então a gente precisa melhorar nossos protocolos, porque a gente pode até agir com indiferença com o outro, mas eu quero saber como é que nós vamos agir quando for nós ou um dos nossos lá na fila. Quero dar voz a mais uma pessoa. "Boa noite, Michael. Gostaria de fazer uma reclamação sobre o atendimento do Núcleo Azul. Tenho dois filhos autistas que precisam de acompanhamento com psicólogo, terapeuta ocupacional, psicopedagogo, fonoaudiólogo, mas o serviço não está funcionando adequadamente. O setor de fono-- de fonoaudiologia parou após apenas uma consulta. Nunca mais tivemos retorno. A terapeuta ocupacional, o acesso à psicopedagoga é muito difícil e o atendimento psicológico não segue ordem de chamada nem faz triagem dos casos. Toda semana sai uma lista, mas o nome dos meus filhos nunca aparece. Falta acolhimento, prioridade para casos urgentes e transparência na contratação de profissionais. Meus filhos tiveram pouquíssimas consultas, o que prejudica o desenvolvimento deles. Peço ajuda para cobrar da gestão municipal o atendimento multidisciplinar, que é direito deles por lei." Tá aqui a mensagem da mãe. Quero aqui dar voz a mais uma pessoa: "Vai fazer quase três meses que não há atendimento para algumas crianças do Núcleo Azul. O médico prescreve dois frascos do medicamento, pois sabe que a farmácia demora a disponibilizar, mas a farmácia entrega apenas um, alegando que um frasco de Risperidona é suficiente e que não há necessidade de dois. Fica a dúvida: sabem mais do que o médico ou o custo do medicamento está sendo tratado como prioridade maior que a necessidade da criança?" Tá aqui mais um desabafo de uma mãe. Vamos dar voz a mais uma pessoa: "Esse Núcleo Azul, infelizmente, é muito falho. No ano passado, minha filha conseguiu apenas duas consultas com psicólogo durante todo o ano. E olha que ela só conseguiu com esse único profissional, atendimento." Vamo aqui dar voz a mais uma pessoa: "Boa tarde. Fui ao posto de saúde do Juremal para pesar minha filha de três meses e ao chegar lá não havia um local apropriado para tirar a roupa dela. Precisei despi-la no meu colo, sem apoio, deixando a bebê desconfortável e sufocada. Se até em uma bancada adequada a criança às vezes chora, imagina no colo, sem nenhuma estrutura. É algo básico que deveria existir em um posto de saúde. Sou vazoalegrense, mas moro em Santa Catarina e fiquei traumatizada com esse descaso com as mamães. Fico imaginando um bebê prematuro, ainda mais frágil, passando por essa situação. É muito triste ver essa realidade e esse descaso com o ser humano." Tá aqui, a mãe não tá falando de profissional, ela tá falando da condição que foi oferecida na Unidade Básica de Saúde. O que que ela tá dizendo? Que tem que olhar um-- tem que ter um olhar aprimorado pra todo tipo de atendimento dentro da Unidade Básica de Saúde. Seria muito bom se a mãezinha tivesse ido o quê? Lá, num, num responsável, na unidade, na própria secretaria. Mas as pessoas têm o quê, vereador Marcelo? Medo. As pessoas têm medo de reclamar. Infelizmente, essa é uma marca que a gestão, nos últimos vinte anos, conseguiu cravar em Várzea Alegre, o povo sentir medo de denunciar e de opinar diante de serviços públicos. Mais uma voz aqui. Dando voz ao povo: "Você acredita? Fui buscar o remédio de pressão do meu compadre, no PSF não tinha. Mandaram eu ir à farmácia pública, mas ao chegar lá informaram que não podiam entregar porque o medicamento Carvedilol era na UBS. Fui apenas fazer um favor para ele, que é doente do coração, e além de não resolverem, ainda fazem a gente andar à toa."O cidadão ele tá-- ele tem direito de reclamar. Ele vai na unidade bá-- na unidade básica de saúde, aí diz: "não, é na farmácia pública." Depois da farmácia pública, diz: "é na unidade básica de saúde." Por que que o cidadão não pode reclamar? Isso é falta de respeito, é gestão batendo a cabeça. Vamo dar voz aqui a mais uma pessoa. [lendo] "O papel da população é cobrar melhorias à gestão. No sítio Várzea de Dentro, a realidade é de abandono. Não há abastecimento público de água. Quem tem poço, tem. Quem não tem, depende da boa vontade dos outros. E também não há coleta de lixo. Ainda assim, uma vereadora afirmou na Câmara que a comunidade é isolada, o que não faz sentido, já que o sítio é cortado pela BR e tem fácil acesso a Lavras, Cedro e Várzea Alegre. Após muita cobrança, foi feito apenas um trecho de uma das entradas, [som de notificação] depois que o caminhão do leite atolou, [som de notificação] mas duas ladeiras ficaram sem atenção e o serviço foi deixado pela metade, enquanto outras comunidades foram atendidas. Parece isolado para receber melhorias, mas não para pedirem voto. Só quem mora nessas comunidades conhece a dificuldade, apenas-- apesar de ainda haver quem defenda o indefensável." Tá aqui, é um direito do cidadão se expressar. Ainda vivemos numa democracia. Quero dar voz a mais uma pessoa. Essa daqui, a pessoa disse o seguinte, preste atenção, nobres vereadores, o que que aconteceu. A Secretaria de Educação, né, através da pessoa da Secretária, que a gente tem, sim, todo um respeito, mas a gente não pode confundir a pessoa quando tá no serviço público, tem os bônus e tem os ônus. A Secretaria esteve lá na escola Dr. Pedro Sácro, passando nas salas, agradecendo aos professores pelo resultado do VAA 2025, que vai entregar aí, é, mais de quatro bilhões. E chegou na sala de um professor agradecen-- parabenizando pelo resultado. Aí o profissional ouviu atentamente, com muita educação, com muito respeito. E depois, chamou a própria Secretária, não autorizou filmagem. Sabe por quê, pessoal? Porque o profissional é justamente um daqueles noventa que foi cortado de receber o VAA. Mas por que que foi cortado? Porque tinha um direito adquirido, o direito da regência. Inclusive, esses profissionais entraram na Justiça. Eles estão brigando na Justiça pra poder receber o VAA, que é fruto do trabalho de todos, é fruto do resultado em sala de aula, é fruto dos índices. Se eu tô contribuindo pra que venha um recurso pro município, por que que eu não vou receber? Porque eu já tenho um direito adquirido? Que o município mudou as leis do município pra que os outros não pudessem adquirir? Então assim, precisa ter uma assessoria melhor, Secretária. Não é possível que uma secretaria com tantos técnicos falte habilidade pra numa hora dessa falar: "Secretária, não é bacana ir aí nessa sala", porque esse profissional ele ajudou a construir o índice, o recurso tá aí, mas ele não vai ser agraciado. Qual é a graça que tem, né? Fica parecendo até com uma chacota, sem ser uma chacota, porque eu sei que não é, mas que é chato, é. E aí, eu queria que nesse reta final, dois minutos, quero pegar aqui um minutinho pra dizer uma coisa que olhando para o vereador Alan Salviano. Vereador, quando vocês mandavam na mídia de Várzea Alegre, não existia mídia sensacionalista, porque vocês comandavam tudo. Vocês comandavam a Rádio Cultura, vocês comandavam os blogs, os sites. A verdade era de vocês. Vocês que diziam o que era verdade em Várzea Alegre. Todo dia tinha propaganda de vocês. Vocês divulgavam os resultados do município como se fossem os resultados, os melhores do mundo e como se a melhoria tivesse chegando em todo lugar. Agora, a partir do momento que o vereador Michael começou um trabalho lá em 2017, de libertação do povo de Várzea Alegre, onde o povo começou a se apropriar das mídias sociais, da internet, do Instagram, do Facebook, que o povo começou a mostrar o que acontece dentro das comunidades, aí virou mídia sensacionalista, né? [som de notificação] Eu só lamento. Eu só lamento vocês acharem que o povo falar da sua realidade é mídia sensacionalista. Agora, interessante, é sensacionalista de acordo com aquilo que vocês querem, porque quando é pra pegar servidor público, pra tá aí compartilhando vídeo, pra tá votando em não sei quem, pra poder tá compartilhando, rapidinho vocês fazem uma campanha ali entre os temporários, né? Pra poder usar a mídia. E não é sensacionalista. Infelizmente, é dois pesos e duas medidas, mas a mídia tá aí pra ser usada, apropriada, com respeito, dignidade, dando voz a todos, a todos. Encerrando aqui, de antemão, tenho que sair pra pegar meu ônibus, né? Sai às cinco e quinze, tem que ser muito rápido, mas eu queria aproveitar esse tempinho aqui pra dizer o seguinte: vocês, mulheres que fazem parte da Câmara Municipal de Várzea Alegre, sintam-se todas abraçadas. [som de notificação] O Dia da Mulher, na realidade, é todo dia. Todo dia é Dia da Mulher. Existe uma data comemorativa, mas todo dia é Dia da Mulher. Então sintam-se todas abraçadas. Que Deus abençoe vocês grandemente, mas que abençoe também as esposas dos vereadores, porque ser esposa de vereador não é fácil, é muito difícil, né? É muito difícil pra todo mundo, pra situação, pra oposição, cada um com sua realidade. Então, no nome da minha esposa, a Helen, da minha filhinha Marina, eu quero que todas se sintam abraçadas. Servidoras da Casa, as esposas dos vereadores, as mulheres de toda Várzea Alegre que me escutam nesse momento, sintam-se abraçada. Que Deus abençoe grandemente cada uma de vocês e que esse dia de interna-- Internacional da Mulher seja somente um ponto de partida pra que, de fato, todos os dias, a mulher, ela tenha o seu espaço na sociedade. Muito obrigado, que Deus abençoe a todos grandemente e até a próxima oportunidade, se o Criador nos permitir.
Nome: VALDELENE BITU DE OLIVEIRA
Cargo: VEREADOR(A)
Chamada: PRESENTE
DENOMINA PONTO DE APOIO DA SAÚDE DA FAMÍLIA NO SÍTIO SOCORRO - DISTRITO DE NARANIU.
Situação: Entregue
Autor: Valdelene Bitu de Oliveira
INSTITUI O DIA DA LITERATURA VARZEALEGRENSE NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA ALEGRE — CE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
Situação: Entregue
Autor: Michel Martins dos Santos
DISPÕE SOBRE A DENOMINAÇÃO OFICIAL DO LOGRADOURO PÚBLICO CONHECIDO COMO VILA BERINHO, LOCALIZADA NO BAIRRO GROSSOS.
Situação: Entregue
Autor: Menesia Simião Leonardo
INSTITUI O NOVO PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO FISCAL DO MUNICÍPIO DE VÁRZEA ALEGRE — REFIS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
Situação: Entregue
Autor: Flávio Salviano Lima Filho
DISPÕE SOBRE A LIMITAÇÃO QUANTITATIVA E OS REQUISITOS FORMAIS PARA A APRESENTAÇÃO DE MOÇÕES DE APLAUSOS E CONGRATULAÇÕES NO ÂMBITO DA CÂMARA MUNICIPAL DE VÁRZEA ALEGRE, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
Situação: Aprovado
Autor: Mesa Diretora
DENOMINA A RUA QUE INDICA E ADOTA OUTRAS PROVIDÊNCIAS
Situação: Aprovado
Autor: Alan Salviano Lima
DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DE VAGA, A SEGUIR ESPECIFICADA, PARA CARGO PÚBLICO DE PROVIMENTO EFETIVO JÁ PREEXISTENTE NO ÂMBITO DA ESTRUTURA DA CÂMARA MUNICIPAL DE VÁRZEA ALEGRE, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS
Situação: Aprovado
Autor: Mesa Diretora
ALTERA A LEI MUNICIPAL Nº 1.432, DE 21 DE AGOSTO DE 2017, MODIFICANDO AS SIMBOLOGIAS DOS CARGOS DE COORDENADORES GERAIS ESCOLARES E ADOTA OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
Situação: Aprovado
Autor: Flavio Salviano Lima Filho
APÓS ANÁLISE DO PROJETO DE LEI Nº 002/2026, DE 09 DE FEVEREIRO DE 2026, DE AUTORIA DO VEREADOR, ALAN SALVIANO LIMA, QUE DENOMINA A RUA QUE INDICA E ADOTA OUTRAS PROVIDÊNCIAS, A COMISSÃO DE JUSTIÇA E REDAÇÃO, EM REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA NO DIA 24 DE FEVEREIRO DE 2026, VOTOU PELA CONSTITUCIONALIDADE DA REFERIDA MATÉRIA.
Situação: Aprovado
Autor: Comissão de Justiça e Redação
APÓS ANÁLISE DO PROJETO DE LEI NO 003/2026, DE 18 DE FEVEREIRO, DE AUTORIA DA MESA DIRETORA, QUE DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DE VAGA, A SEGUIR ESPECIFICADA, PARA CARGO PÚBLICO DE PROVIMENTO EFETIVO JÁ PREEXISTENTE NO ÂMBITO DA ESTRUTURA DA CÂMARA MUNICIPAL DE VÁRZEA ALEGRE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS, A COMISSÃO DE JUSTIÇA E REDAÇÃO, EM REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA NO DIA 24 DE FEVEREIRO DE 2026, VOTOU PELA CONSTITUCIONALIDADE DA REFERIDA MATÉRIA.
Situação: Aprovado
Autor: Comissão de Justiça e Redação
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